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Em homenagem à Jurema

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Caminhada de Terreiros em 2009

sexta-feira, junho 10, 2011

NÃO TORÇO PELO AVESSO

Querem modificar até a vestuária africana dentro da litúrgia,o uso dos turbantes ou torço por homens dentro de algumas casa é uma demostração de ignorãncia plena, por parte de pessoas que querem de toda forma inpôr sua opção , mas é necessário informar que o uso de turbantes é comum no oriente médio usado por muçulmanos e tambêm pelos sikhs que não são muçulmanos nem arábes mas em sua maioria usam no mundo ocidental,Quando faço essa avaliação não quero propõr nemhuma quebra dentro da nossa liturgia ao contrário quero restabelecer nossa verdadeira tradição,baiano é baiano baiana é baiana, Se formos levar para o lado da modernização vamos acabar com nossa religião e com nossa noção de ancestralidade,QUEM USA TORÇO OU TURBANTE É MUÇULMANO E OUTROS GRUPOS ÉTNICOS QUE NADA TEM HAVER COM O AFRICANO,nós aqui de Recife,Pernambuco já pagamos um mico horrivél em Salvador Bahia quando de um evento numha casa de referência tradicional do candomblé na Bahia foram chamados á atenção alguns homems que estavam usando torço,alêm da falta de postura como realmente deve se portar um sacerdote uma falta de educação e respeito com nossos irmãos Baianos,o uso de turbante ou torço fica restrita á momentos de transe mediúnicos,incorporação do orixá yabá,oxum,oyá,yêmanjá... Se formos nos conduzir por certos modelismo daqui há pouco mulher tambêm fará obrigações dentro do lessem egun e está tudo certo ! Se vivemos em cima de uma ancestralidade não podemos modifica-lás em nemhum pretexto,se continuarmos a baixar-mos a cabeça para essas coisas perderemos nossas essências e como tal nos perderemos,não podemos aplicar noções comportamentais diferentes dentro de nossas liturgias para comformidades de outros,se mostramos o candomblé no candomblé não tem isso,vejo com profunda tristeza casas de referência do candomblé no nosso estado sendo cada dia que passa mais descaracterizadas por seus adeptos e pior seus dirigentes concordando com isso á troco de dinheiro para não perder o filho, se partimos dessa primicía não podemos tambêm proibir sexo dentro do peji,lessem orixá,na nosa religião existe normas e ao descumpri-las não fazemos parte dessa cosmo visão africana,que nos inpôe uma ligação com nosso passado para não perdemos nosso referências nossas origens que seja no cultural ou religioso.

São páginas que merecem ser lidas.