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Em homenagem à Jurema

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Caminhada de Terreiros em 2009

sexta-feira, novembro 11, 2016

“REFLETIR E PENSAR”


TODOS CONTRA A INTOLERÂNCIA RELIGIOSA


            O grande apêndice da intolerância é a falta de compreensão, é a falta de respeito. O senso de superioridade há todas as formas religiosas. Não podemos conceber que um Deus criador que criou tudo que esta sobre a terra, ele rotularia o segmento como primeiro e único doutrinador ou forma de dominação ou de autoridade perante aos homens.

            O senso de humanidade o “AMOR” é compreensível em várias formas de religião e religiosidade. O que devemos observar com bastante atenção e carinho é que nenhuma religião pode ser tida como a dona da verdade, delineadora de todos os sensos do mundo.
A grande interpretação deve ser o respeito ao sagrado e esse sagrado não esta restrito há uma só forma de religiosidade ou cultura. O senso de religiosidade e cultura tem que ser valorizado, ampliado e respeitado, se observando que em todas as culturas nós temos que observar o sagrado na forma diferente de culto. Esse é o grande caminho para a agregação e o respeito entre as religiões, temos que se propor ao respeito ao sagrado que esta no próximo e em outras culturas e tem que ser observado com a palavra que Deus nos deixou, que é agregadora e conciliadora o “AMOR” e aonde existe amor, existe o sagrado e Deus se faz presente.

             Quando uma cultura abre o dialogo há outra, mais do que legitima esse “AMOR”. Pois sempre as guerras vêm da intolerância, do preconceito e da ignorância, temos que ter mais compreensão, a religião de tradição Indígena e Africana vem dos primórdios do mundo e como tal merece ser respeitada.

Temos que enxergar em nosso irmão, em nossa irmã o sagrado que neles existem. Podemos observar isso pela forma de linguagem, quando um diz Deus, outro diz God, outro diz Dios, outro diz Òlòórun, outro diz Tupã e outras falam em diversos idiomas, designando uma figura divina. Temos que observar a cultura à religiosidade do próximo não de uma forma ditatorial, não com uma forma de supremacia ao outro, temos que observar como uma família, como nossos irmãos.
E quando queremos ser respeitados nós também respeitamos, temos que ter um tratamento equânime de respeito e esse tratamento parte de cada forma de cultura e de cada forma de religiosidade.


São páginas que merecem ser lidas.